CONHEÇA JAPÃO
A história que segue abaixo é contada de geração a geração até os dias de hoje.
Ao lermos a história que é contada a milhões de anos, ficamos estarrecidos com tamanha idolatria e vemos nos dias de hoje nas escolas e nas famílias japonesas ser contada esta história de como o Japão foi criado.
Leia com atenção para que você possa entender porque os japoneses são tão idólatras e que após essa leitura o Espírito Santo de Deus possa tocar você para orar por essa nação.
A criação do Japão
Os "deuses" começaram a habitar primeiramente em um lugar chamado Takamagahara. Quando chegou a sétima geração "desses ", o "deus" chamado Izanagi, ou o "pai do céu", e a " deusa" chamada Izanami, ou a "mãe da terra", receberam do "senhor do céu" uma lança e, sobre uma ponte flutuante do céu (Ama-no-ukihashi), usando essa lança mexeram o mar. Das gotas de sal que caíam e se solidificavam, formou-se uma ilha chamada de Onokoro.

Os dois desceram até a ilha, escolheram a coluna celeste e construíram um palácio. Izanami deu uma volta na coluna celeste e, ao ver Izanagi, falou: "Que homem bonito!". A seguir, Izanagi disse: "Que mulher bonita!". E assim os dois se tornaram um corpo só e começaram a criar outras ilhas. Porém, quando olharam para elas, perceberam que não estavam muito boas. Então, voltaram ao céu para consultar os outros "deuses". Eles explicaram aos dois que não é bom que uma mulher dite as primeiras palavras. Assim, o casal retornou ao palácio e, dessa vez, foi Izanagi quem dirigiu as primeiras palavras à Izanami.
Unidos dessa forma, começaram a nascer belas ilhas, uma após a outra. Primeiro nasceu a ilha de Awaji, depois a de Shikoku, em seguida a de Honshu e as demais, totalizando oito ilhas. Além delas, Izanami procriou o "deus da montanha", "do mar", "do vento", e mais 35 "deuses". Ao dar à luz ao seu último "deus", o "deus do fogo", morreu queimada.
O mundo dos mortos
Não conseguindo esquecer Izanami, Izanagi vai até o mundo dos mortos para encontrá-la. Izanami fica feliz e deseja muito retornar à terra, mas pede a Izanagi para não olhá-la até que o "deus da morte" lhe dê permissão para retornar.
Ansioso demais para revê-la, Izanagi quebra a promessa e acaba olhando para sua amada. Qual não foi o seu susto! O corpo dela estava coberto de vermes e com oito tipos de trovão.

Assustado, Izanagi começa a fugir. A mulher tenta aprisioná-lo enviando a tropa do "deus do trovão". Na fuga, Izanagi apanha três pêssegos e atira-os contra os perseguidores, que são afugentados pelo seu poder mágico.
Ele fecha a entrada do mundo dos mortos com uma pesada rocha que demandaria a força de mil homens para removê-la. Bastante irada, Izanami roga uma praga, dizendo de trás da rocha: "Para me vingar de você, matarei por dia, mil homens do seu país!". Izanagi retruca: "Então farei com que nasça 1,5 mil crianças por dia!".
O nascimento da "deusa do sol", Amaterasu
Izanagi purifica o seu corpo maculado por ter ido até o mundo dos mortos, através de outros relacionamentos. Nessa ocasião também nasceram muitos "deuses". Por último, enquanto ele lavava seu rosto, do olho esquerdo nasceu a "deusa" Amaterasu (a deusa do sol) a quem concede o domínio de Takamagahara e, do olho direito nasce Tsukuyomi-no-mikoto, a quem concede o domínio da noite, e do nariz nasce Susano-no-mikoto a quem concede o domínio do mar.
Para a "deusa" Amaterasu, ele ofereceu um colar feito de pedras. Com o nascimento desses "deuses", que fornecem energia para o sol, para a lua e para o mar, dando-lhes vida e movimento, iniciam-se as atividades do universo. A "deusa" Amaterasu é a figura central e de maior importância na mitologia japonesa. Foi ela quem deu origem à família imperial.
Ela é cultuada no Templo Ise, pertencente à família imperial. Até antes da Segunda Guerra, os japoneses acalentavam o desejo de visitar o local ao menos uma vez na vida. Não por ser o templo da família imperial, mas para rezar e pedir por uma farta colheita à "deusa" Amaterasu, fonte da vida, ao "deus da água" Sarutahiko, e à "deusa dos cereais", Toyouke.












